21 de fev. de 2016
Zoo Enquete - Resposta
Olá galera, a resposta correta da Zoo Enquete é "minhoca". A pergunta era a seguinte: "Qual desses animais é invertebrado?". Apesar de ter recebido respostas como "peixe", estou deixando claro aqui que eles são vertebrados!
11 de ago. de 2013
Resposta da enquete: Há mais de quantos anos vivem as Águas Vivas?(idade mais próxima)
Há mais de 650 milhões de anos.
10 de ago. de 2013
Como criar girinos
Girinos são pequenos animais, filhos de sapos, rãs, etc. Eles podem viver em aquários com as condições corretas. Se você encontrou o girino em algum lago e quis cuidar dele, é recomendado que você o devolva ao seu ambiente quando ele já estiver em forma de sapo.
Materiais:
-1 Aquário(o tamanho depende da quantidade de girinos)
-Algumas pedras, de tamanhos pequenos a médios
-1 pedra grande
-Ração para peixes em flocos
-Um pouco de areia
-Insetos pequenos, de preferência mortos
-Água
-Pinça
*Quando o animal crescer, você poderá colocar uma tampa com furos em cima do aquário, mas isso não é necessário para girinos pequenos.
1-Montando o aquário:
Para montar o aquário, você utilizará as pedras, a água, a areia(que pode ser retirada do fundo de rios ou lagos) e o aquário, é claro.
A primeira coisa que se deve fazer é ter certeza de que o aquário não vazará água. Então depois de ter certeza disso, você pode colocar as pedras pequenas a médias no fundo do aquário. Coloque depois a pedra maior, ela deve ser bem alta pois ficará com parte fora da água e parte dentro, permitindo um melhor desenvolvimento dos girinos. Depois de ter tudo pronto você pode colocar a água, coloque 2 ou 3 quartos de água no aquário. Atenção! A água deve ser de lagos ou rios, de preferência do lugar que você tirou os girinos. Seu aquário está pronto!
2-Colocando no aquário
Quando acabar de fazer seu aquário coloque os girinos dentro, um por um. Coloque o primeiro, espere 2 minutos e coloque o segundo, e assim por diante.
3-Alimentando e cuidando
Nos primeiros meses, enquanto o girino estiver sem membros você deve alimentá-lo com a ração de peixes em flocos, coloque um pouco de comida a cada dia. Eles não comem muito, por isso não se assuste se eles não comerem nas primeiras horas.
Quando eles já estiverem evoluídos alimente-os a base de insetos, colocando os insetos em uma pinça e levando o alimento até a boca deles, depois de um tempo, não utilize mais a pinça, só coloque o alimento no aquário. Não deixe de colocar um pouco da ração em flocos para peixes.
4-Retornando ao ambiente
Quando eles tiverem maiores e já com seus membros totalmente evoluídos devolva-os ao seu ambiente de origem, coloque todos juntos, eles escolherão seu caminho.
9 de fev. de 2013
Besouro Rola Bosta
Nome:
Besouro Rola Bosta
Nome Científico:
digit onthophagus gazella
Família:
Scarabaeidae
Reino:
Animalia
Filo:
Arthropoda
Ordem:
Coleoptera
Sobre o Inseto:
No Brasil, a espécie africana foi introduzida em 1989 para realizar o controle biológico da mosca-do-chifre (um parasita de bovinos que causam um problemão para os pecuaristas). Como a mosca deposita seus ovos no esterco, acreditava-se que, os besouros “rola-bosta” africanos, que são mais especializados tratariam de eliminar este parasita quebrando seu ciclo. Isso porque, uma fêmea do besouro africano é muito mais eficiente na postura de ovos do que os rola-bostas brasileiros.
No Egito Antigo, os escaravelhos eram seres sagrados, sendo usados como amuletos relacionados com a vida após a morte e a ressurreição.
26 de jan. de 2013
Baleia-Jubarte
Nome Popular:
Baleia-Jubarte
Nome Científico:
Megaptera novaeangliae
Família:
Balaenopteridae
Reino:
Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Mammalia
Ordem:
Cetacea
Sobre a Baleia:
Os machos da espécie medem de 15 a 16 metros; as fêmeas, de 16 a 17. O peso médio é de aproximadamente 40 toneladas, sendo que o maior exemplar já visto possuía 19 metros. É uma espécie protegida desde 1967 e, em 2008, as estimativas do número de indivíduos variam dos 30 mil aos 65 mil exemplares.
23 de jan. de 2013
Tiranossauro Rex
Nome Popular:
Tiranossauro Rex
Nome Científico:
Tyrannosaurus rex
Família:
Tyrannosauridae
Animalia
Filo:
Filo:
Cordados
Superordem:
Superordem:
Dinosauria
Ordem:
Ordem:
Saurísquios
Subordem:
Subordem:
Terópoda
Sobre o Dinossauro:
Os tiranossauros pertenciam à espécie dos dinossauros terópodas e, quando adultos, alcançavam mais de 5 metros de altura e cerca de 13 metros de comprimento do crânio até o fim da cauda, com o peso estimado variando entre seis e dez toneladas.Esses animais possuíam um crânio resistente, com uma circunferência média de um metro, formado por vários filamentos de ossos interligados que eram conectados à coluna vertebral por um osso grosso e longo, característica incomum entre os terópodas, que geralmente possuíam ossos mais leves. O pescoço também era grosso, musculoso e curto.21 de jan. de 2013
Baiacu-Ará
Nome Popular:
Baiacu-Ará
Nome Científico:
Lagocephalus laevigatus
Família:
Tetraodontidae
Animalia
Filo:
Filo:
Chordata
Ordem:
Tetraodontiformes
Família:
Família:
Tetraodontidae
Sobre o Peixe:
Corpo alongado, com uma boca pequena e olhos grandes. Os maxilares têm a placa dental dividida ao meio. Como outros peixes da sua família, são altamente tóxicos e venenosos - principalmente a pele e as vísceras, ainda que a sua carne seja particularmente delicada. Dorso escuro com tonalidade esverdeada, lateral do corpo amarelada ou prateada e o ventre é branco.
Sobre o Peixe:
Corpo alongado, com uma boca pequena e olhos grandes. Os maxilares têm a placa dental dividida ao meio. Como outros peixes da sua família, são altamente tóxicos e venenosos - principalmente a pele e as vísceras, ainda que a sua carne seja particularmente delicada. Dorso escuro com tonalidade esverdeada, lateral do corpo amarelada ou prateada e o ventre é branco.
O que fazer quando for picado por uma água viva
O que fazer?
Derrame álcool (em alternativa, pode usar perfume ou bebida com alto teor de álcool) sobre a lesão para inactivar os nematocistos evitando que disparem.Deixe actuar o álcool durante 6-8 minutos. Repita novamente e deixe actuar mais 6-8 minutos.Prepare uma papa bastante consistente com água e bicarbonato de sódio (à venda nos supermercados para uso culinário, ou nas drogarias). Aplique a papa sobre a lesão e deixe secar completamente.Depois de secar, retire a papa e repita a aplicação.Avalie e compare com a lesão inicial.
Pirarucu
Pirarucu
Nome científico:
Arapaima Gigas
Família:
Osteoglossidae
Distribuição Geográfica:
Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins
Descrição:
O Pirarucu, ao lado das Piraíbas, é um dos maiores peixes que encontramos nos rios brasileiros. Chega a aproximadamente 2 metros e um peso médio, quando adulto de 80 kg., embora haja relatos mais antigos de exemplares de até 150 kg. Corpo de forma cilíndrica, largas e imbricadas escamas, e cor quase negra no dorso e avermelhada escura pelos flancos. A intensidade das suas cores entretanto varia, em função do tipo de águas em que o peixe se encontra. Em águas mais lodosas, as cores tendem mais para o escuro, enquanto que em águas claras ficam mais pálidas. E já nas barrentas ficam mais avermelhadas. Como particularidade pode-se citar o hábito de subirem de tempos em tempos à superfície para, quando não perturbados, abrirem a boca para absorver uma certa quantidade de ar, realizando assim uma respiração suplementar à da branquial. De olhos amarelados e de pupila azulada, um tanto salientes, mexem-se continuamente, como se o peixe de modo curioso estivesse observando tudo que em sua volta passa. A sua desenvolvida língua tem um osso na parte interna, acompanhando o seu formato chato e arqueado, e recoberto de conezinhos esmaltados e resistentes. Macho e fêmea tomam conta dos filhotes. A sua carne é bastante deliciosa, e devido a isso quase foi extinto pelos pescadores profissionais. Felizmente hoje ja pode ser reproduzido em cativeiro. A sua pesca, devido ao seu tamanho, é bastante esportiva. Deve ser sempre solto, de modo a espécie seja preservada nos seus locais de origem.
Ecologia:
O Pirarucu, ao lado das Piraíbas, é um dos maiores peixes que encontramos nos rios brasileiros. Chega a aproximadamente 3 metros e um peso médio, quando adulto de 80 kg., embora haja relatos mais antigos de exemplares de até 150 kg.
Como particularidade pode-se citar o hábito de subirem de tempos em tempos à superfície para, quando não perturbados, abrirem a boca para absorver uma certa quantidade de ar, realizando assim uma respiração suplementar à da branquial (caso isto não ocorra, ele morre afogado). Este fato, torna sua localização fácil, aumentando assim, a pesca predatória indiscriminada, pois sua carne é bastante deliciosa, e devido a isso quase foi extinto pelos pescadores profissionais. Felizmente hoje ja pode ser reproduzido em cativeiro. O pirarucu é considerado o "bacalhau" brasileiro, depois de capturado ele é dividido em 2(duas) "mantas" e salgado e colocado no sol; Costume este introduzidos pelos portugueses desbravadores(e destruidores) da Amazônia brasileira.
O Pirarucu deposita as ovas no fundo dos lagos ou no leito dos rios, em águas paradas, em covas que abre na areia. O Macho toma conta dos filhotes.
A sua pesca, devido ao seu tamanho, é bastante esportiva. Deve ser sempre solto, de modo a espécie seja preservada nos seus locais de origem.
Como particularidade pode-se citar o hábito de subirem de tempos em tempos à superfície para, quando não perturbados, abrirem a boca para absorver uma certa quantidade de ar, realizando assim uma respiração suplementar à da branquial (caso isto não ocorra, ele morre afogado). Este fato, torna sua localização fácil, aumentando assim, a pesca predatória indiscriminada, pois sua carne é bastante deliciosa, e devido a isso quase foi extinto pelos pescadores profissionais. Felizmente hoje ja pode ser reproduzido em cativeiro. O pirarucu é considerado o "bacalhau" brasileiro, depois de capturado ele é dividido em 2(duas) "mantas" e salgado e colocado no sol; Costume este introduzidos pelos portugueses desbravadores(e destruidores) da Amazônia brasileira.
O Pirarucu deposita as ovas no fundo dos lagos ou no leito dos rios, em águas paradas, em covas que abre na areia. O Macho toma conta dos filhotes.
A sua pesca, devido ao seu tamanho, é bastante esportiva. Deve ser sempre solto, de modo a espécie seja preservada nos seus locais de origem.
Lugares Para Ver Golfinhos
Lugares para ver golfinhos
Baía dos Golfinhos, Santa Catarina, Brasil - A Praia da Armação da Piedade é a melhor da região para ver os golfinhos. A área é hábitat de quase uma centena de animais da espécie tucuxi. Juntamente com a ilha de Anhatomirim, a Baia dos Golfinhos é um dos roteiros mais procurados entre turistas que querem passear de escuna por Governador Celso Ramos. O acesso pode ser feito por terra ou barco, enquanto o turista aprecia o belo espetáculo dos golfinhos
Cancún, México - Outro ótimo roteiro para ver golfinhos e usufruir de praias maravilhosas é Cancún. Aqui é possível ver golfinhos em habitat natural durante passeios e mergulhos ou nadar com eles em ambiente controlado. Dentro de um aquário o turista pode tocar os animais, brincar, fazer truques e nadar com eles em uma área de pouca profundidade
Fernando de Noronha, Pernambuco, Brasil - A Baía dos Golfinhos do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha é um dos locais mais prováveis de se encontrar altas concentrações de golfinhos oceânicos no mundo. Em 94% dos dias grupos de três a 2046 golfinhos rotadores chegam á região para descansar, reproduzir, cuidar dos filhotes ou se proteger de tubarões. O melhor período para vê-los é entre 6h e 7h30 e vale levar um binóculo para acompanhar as acrobacias. Durante passeios de barco próximo à Baia é possível observar os golfinhos nadando e saltando em giros espetaculares na frente e nas laterais do barco. A ilha possui até um projeto voltado para a proteção do golfinho rotador
Baía Formosa, Rio Grande do Norte, Brasil - Neste vilarejo que acaba escondido pela badalada e próxima Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, diariamente os barcos de pescadores e os golfinhos embelezam ainda mais a paisagem de águas verdes. O turista pode conferi-los mais de perto em um passeio de barco oferecido pelos profissionais da cidade ou também avistar os animais da própria praça central da cidade, chamada de Praça do Pôr do Sol, onde, inclusive, a vista faz completo jus ao nome do local
Los Cabos, península Baja Califórnia, México - Com uma beleza natural estonteante, essa região não é apenas ótima para avistar golfinhos e baleias também. O melhor momento para encontra-los é entre janeiro e abril. A Baía Madalena é um santuário das baleias cinza, que vêm procriar nessa área. Por isso, um passeio de barco aqui pode unir a companhia dos golfinhos com filhotes de baleias. Para quem quer nadar com os golfinhos ainda há a opção de fazer isso em parque aquático
Nomes Científicos
Pinguins
Pinguim Imperador-Aptenodytes forsteri
Pinguim Rei-Aptenodytes
Jacarés
Jacaré de Papo Amarelo-Caiman latirostris
Pinguim Imperador-Aptenodytes forsteri
Pinguim Rei-Aptenodytes
Pinguim de Magalhães-Spheniscus magellanicus
Felinos
Tigre Malaio-Pantha tigris guiees
Tigre Siberiano-Panthera tigris altaica
Onça Pintada-Panthera onca
Cobras
Cobra Coral Verdadeira-Micrurus corallinus
Cobra Coral Falsa-Erythrolamprus aesculapii
Sucuri-Eunectes murinus
Naja Indiana-Naja Naja
Cascavel-Crotalus durissus
Cascavel-Crotalus durissus
Jacarés
Jacaré de Papo Amarelo-Caiman latirostris
Caimão Preto-Melanosuchus niger
Pinguim Das Galápagos
Nome:
Pinguim Das Galápagos
Nome Científico:
Spheniscus mendiculus
Família:
Spheniscidae
Reino:
Animalia
Filo:
Chordata
Ordem:
Sphenisciformes
Sobre a Ave:
É Encontrado na América do Sul. Ele é o Pinguim que Vive mais Ao Norte em Relação as Outras Espécies. Vive nas Ilhas Galápagos, na Zona Tropical.
Bufo-Real
Nome:
Bufo-Real
Nome Científico:
Bubo Bubo
Reino:
Animalia
Filo:
Filo:
Chordata
Ordem:
Ordem:
Strigiformes
Família:
Strigidae
Sobre a Ave:
O Bufo-Real tem uma longevidade bastante extensa que pode variar de 10 a 20 anos.Está presente na Europa, Ásia e África. É mais comum no nordeste da Europa, mas também na zona circundante ao Mar Mediterrâneo, incluindo a Península Ibérica, sendo contudo bastante raro. Habita terrenos rochosos com ou sem bosques, afastados da presença humana. Nidifica em cavidades de troncos de árvores e a postura é de 2 a 3 ovos, entre Abril e Maio.Trata-se de um predador de topo, encontrando-se nos lugares mais elevados na cadeia trófica. Alimenta-se de ratos, ratazanas, gaivotas, patos, lebres e inclusive de outros bufos e aves de rapina.
Família:
Strigidae
Sobre a Ave:
O Bufo-Real tem uma longevidade bastante extensa que pode variar de 10 a 20 anos.Está presente na Europa, Ásia e África. É mais comum no nordeste da Europa, mas também na zona circundante ao Mar Mediterrâneo, incluindo a Península Ibérica, sendo contudo bastante raro. Habita terrenos rochosos com ou sem bosques, afastados da presença humana. Nidifica em cavidades de troncos de árvores e a postura é de 2 a 3 ovos, entre Abril e Maio.Trata-se de um predador de topo, encontrando-se nos lugares mais elevados na cadeia trófica. Alimenta-se de ratos, ratazanas, gaivotas, patos, lebres e inclusive de outros bufos e aves de rapina.
Curió
Nome Popular:
Curió
Nome Científico:
Oryzoborus angolensis
Família:
Emberizidae
Reino:
Animalia
Filo:
Filo:
Chordata
Ordem:
Ordem:
Passeriformes
Sobre a ave:
Mede cerca de 15 cm, sendo que o macho é preto na parte superior do corpo e castanho-avermelhado na parte inferior, sendo a parte interna das asas na cor branca. Criado em cativeiro, presta-se a torneios de canto.Arara Azul
Nome Popular:
Arara Azul
Nome Científico:
Anodorhynchus hyacinthinus
Família:
PsittacidaeReino:
Animalia
Filo:
Filo:
Chordata
Ordem:
Psittaciformes
Sobre a ave:
Homem mata seis antas e alega que era para proteger seringueiras
O funcionário de uma fazenda do município de Figueirão (MS), foi preso pelo assassinato de seis antas na tarde de sexta-feira (18). O flagrante foi feito por policiais da PMA (Polícia Militar Ambiental) na Fazenda São Sebastião, que receberam uma denúncia do crime ambiental.
De acordo com o boletim de ocorrência, na fazenda foram encontradas os corpos dos animais silvestre. O funcionário, identificado como Francisco Lopes, confessou que matou os animais e disse, segundo a Polícia, que fez isso a mando do patrão, para que as antas não danificassem o plantio de seringueiras existentes na propriedade.
Com ele, os policiais apreenderam ainda duas armas: uma espingarda calibre 38 e uma pistola marca Taurus calibre 6.35.
Ele foi detido e encaminhado para a delegacia. A PMA não informou se o patrão também será preso.
19 de jan. de 2013
Caso Dhomini
O cachorro que Dhomini diz ter torturado já morreu. O caso, não. Para o delegado Luziano Severino Carvalho, da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra o Meio Ambiente de Goiás, isso não livra o participante do Big Brother de uma acusação de maus-tratos contra animais. Por ter contado a história em rede nacional, Dhomini pode ainda responder por crime de incitação à violência – e, para isso, não faz diferença o caso ser verídico ou uma bravata do peão.
“Ele disse que o cão teria morrido cinco anos depois da agressão. Se isso de fato ocorreu, esse crime pode até estar prescrito. Mas vamos investigar para verificar se essa informação é verdadeira. De qualquer forma, ele poderá responder por incitação”, afirma Luziano.
Verdade ou não, ao declarar que arrancou todos os dentes do seu cachorro com um machado, Dhomini cometeu um erro que lhe custará duas coisas: a antipatia dos milhares que não admitem maus-tratos a animais e um inquérito, instaurado na tarde desta sexta-feira (17).
Em uma conversa aparentemente boba, na última sexta-feira, Dhomini conta suas desventuras com um cão da raça fila. Entre risadas, revela o que fez para que o animal parasse de mordê-lo. “Eu fui lá e arranquei todos os dentes dele com um machado”, disse ele, que mudou o nome do cachorro. “Aí, ficou meu amigo, ‘o banguela’. Ele ria para mim só com uns caquinhos de dente”.
“Ele disse que o cão teria morrido cinco anos depois da agressão. Se isso de fato ocorreu, esse crime pode até estar prescrito. Mas vamos investigar para verificar se essa informação é verdadeira. De qualquer forma, ele poderá responder por incitação”, afirma Luziano.
Verdade ou não, ao declarar que arrancou todos os dentes do seu cachorro com um machado, Dhomini cometeu um erro que lhe custará duas coisas: a antipatia dos milhares que não admitem maus-tratos a animais e um inquérito, instaurado na tarde desta sexta-feira (17).
Em uma conversa aparentemente boba, na última sexta-feira, Dhomini conta suas desventuras com um cão da raça fila. Entre risadas, revela o que fez para que o animal parasse de mordê-lo. “Eu fui lá e arranquei todos os dentes dele com um machado”, disse ele, que mudou o nome do cachorro. “Aí, ficou meu amigo, ‘o banguela’. Ele ria para mim só com uns caquinhos de dente”.
Amor Incondicional
Todos os anos, tutores passam por situações desesperadoras nas quais lutam para salvar animais domésticos de incidentes de afogamento. É um cenário que se desenrola com demasiada frequência. Mas, recentemente, houve um caso raro na Irlanda, no qual a Justiça foi acionada para resolver a questão de um homem que jogou um coelho doméstico em um rio, forçando um morador de rua a saltar na água para salvar a sua vida. As informações são da Care2.
John Byrne vive nas ruas de Dublin desde os 14 anos de idade. Ele é um dos cerca de 5 mil moradores de rua da Irlanda no momento e, para ele, uma casa não é medida em metros quadrados ou em bancadas de granito. Ao invés disso, para John são os laços que importam, e é um pequeno coelho marrom e um cão que têm para ele o significado de uma família.
Em uma manhã de julho, John estava pedindo esmolas na Ponte O’Connell quando Gary Kearney, de 18 anos de idade, pegou-o de surpresa. Kearney pegou o coelho Barney direto dos braços de John e o arremessou sobre a ponte, rio abaixo.
Ofegante e em estado de choque, John olhou para o lado da ponte com medo. Ele estava esperando o pior, mas ficou aliviado ao ver que Barney não morreu com o impacto. O coelho estava nadando em círculos na água, lá embaixo. Sem hesitar, John se juntou a ele no rio Liffey.
Cerca de 200 pessoas assistiram como John lutou para salvar Barney de ser levado pelas águas.
No mês passado, Gary Kearney foi condenado a quatro meses de detenção, depois de se declarar culpado no Tribunal de Dublin pelos crimes de crueldade contra os animais e tortura.
John Byrne vive nas ruas de Dublin desde os 14 anos de idade. Ele é um dos cerca de 5 mil moradores de rua da Irlanda no momento e, para ele, uma casa não é medida em metros quadrados ou em bancadas de granito. Ao invés disso, para John são os laços que importam, e é um pequeno coelho marrom e um cão que têm para ele o significado de uma família.
Em uma manhã de julho, John estava pedindo esmolas na Ponte O’Connell quando Gary Kearney, de 18 anos de idade, pegou-o de surpresa. Kearney pegou o coelho Barney direto dos braços de John e o arremessou sobre a ponte, rio abaixo.
Ofegante e em estado de choque, John olhou para o lado da ponte com medo. Ele estava esperando o pior, mas ficou aliviado ao ver que Barney não morreu com o impacto. O coelho estava nadando em círculos na água, lá embaixo. Sem hesitar, John se juntou a ele no rio Liffey.
Cerca de 200 pessoas assistiram como John lutou para salvar Barney de ser levado pelas águas.
No mês passado, Gary Kearney foi condenado a quatro meses de detenção, depois de se declarar culpado no Tribunal de Dublin pelos crimes de crueldade contra os animais e tortura.
Projeto Solidário
Móveis e objetos usados, caixas de madeira e latas de alumínio reciclado estão sendo utilizados para a fabricação das mais novas invenções arquitetônicas de Nova Iorque. No dia 10 de janeiro, arquitetos orgulhosamente apresentaram seus designs e construções. Mas não se trata de arquitetura para humanos, e sim para gatos que vivem nas ruas. As informações são da Global Animal.
Há três anos, a arquiteta Leslie Farrel criou a Architects for Animals, um movimento para chamar a atenção para o grande número de gatos abandonados na capital. O porta-voz da NYC´s Animals, Steve Gruber, estima que o número de gatos que vivem nas ruas da metrópole é de centenas de milhares, ou mesmo milhões.
De acordo com o New York Times, os objetivos de Leslie foram “chamar a atenção para a questão dos gatos abandonados e recrutar arquitetos para criar abrigos que fossem quentes, portáteis, seguros, fáceis de limpar e acessíveis”.

O refúgio feito de alumínio, chamado “Tin Hut”, foi criado por Kathryn Walton, arquiteta e fundadora da ONG de resgate de felinos chamada American Street Cat. A casinha é feita com mais de 300 latas recicladas, forradas com tecido jeans e suspensas do chão para manter os gatos secos durante os tempos de chuva.
Há três anos, a arquiteta Leslie Farrel criou a Architects for Animals, um movimento para chamar a atenção para o grande número de gatos abandonados na capital. O porta-voz da NYC´s Animals, Steve Gruber, estima que o número de gatos que vivem nas ruas da metrópole é de centenas de milhares, ou mesmo milhões.
De acordo com o New York Times, os objetivos de Leslie foram “chamar a atenção para a questão dos gatos abandonados e recrutar arquitetos para criar abrigos que fossem quentes, portáteis, seguros, fáceis de limpar e acessíveis”.
O refúgio feito de alumínio, chamado “Tin Hut”, foi criado por Kathryn Walton, arquiteta e fundadora da ONG de resgate de felinos chamada American Street Cat. A casinha é feita com mais de 300 latas recicladas, forradas com tecido jeans e suspensas do chão para manter os gatos secos durante os tempos de chuva.
Assinar:
Postagens (Atom)










