21 de jan. de 2013

Baiacu-Ará


Nome Popular:
Baiacu-Ará

Nome Científico:
Lagocephalus laevigatus

Família: 
Tetraodontidae

Reino:
Animalia

Filo:
Chordata

Ordem: 
Tetraodontiformes

Família: 
Tetraodontidae

Sobre o Peixe:
Corpo alongado, com uma boca pequena e olhos grandes. Os maxilares têm a placa dental dividida ao meio. Como outros peixes da sua família, são altamente tóxicos e venenosos - principalmente a pele e as vísceras, ainda que a sua carne seja particularmente delicada. Dorso escuro com tonalidade esverdeada, lateral do corpo amarelada ou prateada e o ventre é branco.



O que fazer quando for picado por uma água viva


O que fazer?

Derrame álcool (em alternativa, pode usar perfume ou bebida com alto teor de álcool) sobre a lesão para inactivar os nematocistos evitando que disparem.Deixe actuar o álcool durante 6-8 minutos. Repita novamente e deixe actuar mais 6-8 minutos.Prepare uma papa bastante consistente com água e bicarbonato de sódio (à venda nos supermercados para uso culinário, ou nas drogarias). Aplique a papa sobre a lesão e deixe secar completamente.Depois de secar, retire a papa e repita a aplicação.Avalie e compare com a lesão inicial.

Pirarucu





Nome popular:
Pirarucu

Nome científico:
Arapaima Gigas

Família:
Osteoglossidae

Distribuição Geográfica:
Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins

Descrição:
O Pirarucu, ao lado das Piraíbas, é um dos maiores peixes que encontramos nos rios brasileiros. Chega a aproximadamente 2 metros e um peso médio, quando adulto de 80 kg., embora haja relatos mais antigos de exemplares de até 150 kg. Corpo de forma cilíndrica, largas e imbricadas escamas, e cor quase negra no dorso e avermelhada escura pelos flancos. A intensidade das suas cores entretanto varia, em função do tipo de águas em que o peixe se encontra. Em águas mais lodosas, as cores tendem mais para o escuro, enquanto que em águas claras ficam mais pálidas. E já nas barrentas ficam mais avermelhadas. Como particularidade pode-se citar o hábito de subirem de tempos em tempos à superfície para, quando não perturbados, abrirem a boca para absorver uma certa quantidade de ar, realizando assim uma respiração suplementar à da branquial. De olhos amarelados e de pupila azulada, um tanto salientes, mexem-se continuamente, como se o peixe de modo curioso estivesse observando tudo que em sua volta passa. A sua desenvolvida língua tem um osso na parte interna, acompanhando o seu formato chato e arqueado, e recoberto de conezinhos esmaltados e resistentes. Macho e fêmea tomam conta dos filhotes. A sua carne é bastante deliciosa, e devido a isso quase foi extinto pelos pescadores profissionais. Felizmente hoje ja pode ser reproduzido em cativeiro. A sua pesca, devido ao seu tamanho, é bastante esportiva. Deve ser sempre solto, de modo a espécie seja preservada nos seus locais de origem.

Ecologia:
O Pirarucu, ao lado das Piraíbas, é um dos maiores peixes que encontramos nos rios brasileiros. Chega a aproximadamente 3 metros e um peso médio, quando adulto de 80 kg., embora haja relatos mais antigos de exemplares de até 150 kg.
Como particularidade pode-se citar o hábito de subirem de tempos em tempos à superfície para, quando não perturbados, abrirem a boca para absorver uma certa quantidade de ar, realizando assim uma respiração suplementar à da branquial (caso isto não ocorra, ele morre afogado). Este fato, torna sua localização fácil, aumentando assim, a pesca predatória indiscriminada, pois sua carne é bastante deliciosa, e devido a isso quase foi extinto pelos pescadores profissionais. Felizmente hoje ja pode ser reproduzido em cativeiro. O pirarucu é considerado o "bacalhau" brasileiro, depois de capturado ele é dividido em 2(duas) "mantas" e salgado e colocado no sol; Costume este introduzidos pelos portugueses desbravadores(e destruidores) da Amazônia brasileira.
O Pirarucu deposita as ovas no fundo dos lagos ou no leito dos rios, em águas paradas, em covas que abre na areia. O Macho toma conta dos filhotes.
A sua pesca, devido ao seu tamanho, é bastante esportiva. Deve ser sempre solto, de modo a espécie seja preservada nos seus locais de origem.

Lugares Para Ver Golfinhos


Lugares para ver golfinhos




Baía dos Golfinhos, Santa Catarina, Brasil - A Praia da Armação da Piedade é a melhor da região para ver os golfinhos. A área é hábitat de quase uma centena de animais da espécie tucuxi. Juntamente com a ilha de Anhatomirim, a Baia dos Golfinhos é um dos roteiros mais procurados entre turistas que querem passear de escuna por Governador Celso Ramos. O acesso pode ser feito por terra ou barco, enquanto o turista aprecia o belo espetáculo dos golfinhos



Cancún, México - Outro ótimo roteiro para ver golfinhos e usufruir de praias maravilhosas é Cancún. Aqui é possível ver golfinhos em habitat natural durante passeios e mergulhos ou nadar com eles em ambiente controlado. Dentro de um aquário o turista pode tocar os animais, brincar, fazer truques e nadar com eles em uma área de pouca profundidade




Fernando de Noronha, Pernambuco, Brasil - A Baía dos Golfinhos do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha é um dos locais mais prováveis de se encontrar altas concentrações de golfinhos oceânicos no mundo. Em 94% dos dias grupos de três a 2046 golfinhos rotadores chegam á região para descansar, reproduzir, cuidar dos filhotes ou se proteger de tubarões. O melhor período para vê-los é entre 6h e 7h30 e vale levar um binóculo para acompanhar as acrobacias. Durante passeios de barco próximo à Baia é possível observar os golfinhos nadando e saltando em giros espetaculares na frente e nas laterais do barco. A ilha possui até um projeto voltado para a proteção do golfinho rotador




Baía Formosa, Rio Grande do Norte, Brasil - Neste vilarejo que acaba escondido pela badalada e próxima Praia da Pipa, no Rio Grande do Norte, diariamente os barcos de pescadores e os golfinhos embelezam ainda mais a paisagem de águas verdes. O turista pode conferi-los mais de perto em um passeio de barco oferecido pelos profissionais da cidade ou também avistar os animais da própria praça central da cidade, chamada de Praça do Pôr do Sol, onde, inclusive, a vista faz completo jus ao nome do local




Los Cabos, península Baja Califórnia, México - Com uma beleza natural estonteante, essa região não é apenas ótima para avistar golfinhos e baleias também. O melhor momento para encontra-los é entre janeiro e abril. A Baía Madalena é um santuário das baleias cinza, que vêm procriar nessa área. Por isso, um passeio de barco aqui pode unir a companhia dos golfinhos com filhotes de baleias. Para quem quer nadar com os golfinhos ainda há a opção de fazer isso em parque aquático











Nomes Científicos

Pinguins

Pinguim Imperador-Aptenodytes forsteri
Pinguim Rei-Aptenodytes
Pinguim de Magalhães-Spheniscus magellanicus

Felinos

Tigre Malaio-Pantha tigris guiees
Tigre Siberiano-Panthera tigris altaica
Onça Pintada-Panthera onca

Cobras

Cobra Coral Verdadeira-Micrurus corallinus
Cobra Coral Falsa-Erythrolamprus aesculapii
Sucuri-Eunectes murinus
Naja Indiana-Naja Naja
Cascavel-Crotalus durissus 

Jacarés

Jacaré de Papo Amarelo-Caiman latirostris
Caimão Preto-Melanosuchus niger

Pinguim Das Galápagos


Nome:
Pinguim Das Galápagos

Nome Científico:
Spheniscus mendiculus

Família:
Spheniscidae

Reino:
Animalia

Filo:
Chordata

Ordem:
Sphenisciformes

Sobre a Ave:
É Encontrado na América do Sul. Ele é o Pinguim que Vive mais Ao Norte em Relação as Outras Espécies. Vive nas Ilhas Galápagos, na Zona Tropical.

Bufo-Real





Nome:
Bufo-Real

Nome Científico:
Bubo Bubo

Reino:
Animalia

Filo:
Chordata

Ordem:
Strigiformes

Família:
Strigidae

Sobre a Ave:
O Bufo-Real tem uma longevidade bastante extensa que pode variar de 10 a 20 anos.Está presente na Europa, Ásia e África. É mais comum no nordeste da Europa, mas também na zona circundante ao Mar Mediterrâneo, incluindo a Península Ibérica, sendo contudo bastante raro. Habita terrenos rochosos com ou sem bosques, afastados da presença humana. Nidifica em cavidades de troncos de árvores e a postura é de 2 a 3 ovos, entre Abril e Maio.Trata-se de um predador de topo, encontrando-se nos lugares mais elevados na cadeia trófica. Alimenta-se de ratos, ratazanas, gaivotas, patos, lebres e inclusive de outros bufos e aves de rapina.